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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Briga boa - e a máscara começa a cair

Em 18/12/09, o Físico Rogério Cezar de Cerqueira Leite, professor da Unicamp, publicou um artigo na Folha de S. Paulo intitulado "A Cerveja: bebendo gato por lebre". Logo após, Silvio Luiz Reichert,químico e mestre cervejeiro, respondeu ao artigo.
Ontem, 14/01/09, veio a tréplica. Vamos aos fatos:




A CERVEJA: BEBENDO GATO POR LEBRE

FOLHA DE SÃO PAULO - 18/12/09

É inexplicável que sejam tão omissas as autoridades brasileiras quando se trata da bebida nacional mais popular e de maior consumo

O BRASIL é o quarto maior produtor de cerveja, com pouco mais de 10 bilhões de litros por ano. A China é o maior de todos, com 35 bilhões, e os EUA são o segundo, com 24 bilhões. A Alemanha vem em terceiro, com uma produção apenas 5% maior que a brasileira.
Segundo norma autorregulatória da indústria cervejeira alemã, a cerveja é composta única e exclusivamente por apenas três elementos, cevada, lúpulo e água, tendo como interveniente um fermento. Tradicionalmente, o termo malte designa única e precisamente a cevada germinada.
O malte pode substituir a cevada total ou parcialmente. A malandragem começa aqui. Com frequência, lê-se em rótulos de cervejas a expressão "cereais maltados" ou simplesmente "malte", dissimulando assim a natureza do ingrediente principal na composição da bebida.
Com a aplicação desse termo a qualquer cereal germinado, a indústria cervejeira pode optar por cereais mais baratos, ocultando essa opção.
O poder da indústria cervejeira no Brasil (lobby, tráfico de influência etc.) deve ser imenso. Basta lembrar que convenceram as autoridades (in)competentes nacionais de que não estavam violentando normas que regulam a formação de monopólios ao agregar Brahma e Antártica -o que constituiria então cerca de 70% do consumo nacional- com o argumento de que só assim poderiam concorrer no mercado globalizado. Mas depois foram gostosamente absorvidas por uma multinacional do ramo, certamente uma forma sutil de realizar a concorrência prometida. E não foi tomada nenhuma providência.
Aliás, sempre que aparecia no cenário uma empresa nascente que, pela qualidade, pudesse despertar no brasileiro uma eventual discriminação quanto ao sabor, era ela acuada por todos os meios possíveis e finalmente absorvida, e sua produção, reduzida ao mesmo nível da mediocridade dos produtos das duas gigantes.
Aparentemente, o receio era o de que a população cervejeira, ao ser exposta a diferentes e mais sofisticados exemplos, desenvolvesse algum bom gosto e, consequentemente, passasse a demandar cerveja de qualidade.
A cerveja brasileira (com pequenas e honrosas exceções) é como pão de forma: mata a sede, mas não satisfaz o paladar exigente.
Para esclarecer a questão da má qualidade da cerveja brasileira, vamos fazer alguns cálculos.
A produção nacional de cevada tem ficado nos últimos anos entre 200 mil e 250 mil toneladas, das quais entre 60% e 80% são aproveitados pela indústria cervejeira. Essa produção agrícola tem sido suplementada por importação de quantidade equivalente. Em média, portanto, cerca de 400 mil toneladas de cevada são consumidas na indústria da cerveja no Brasil, presumindo-se que quase toda a importação tenha essa finalidade.
O índice de conversão entre a cevada e o álcool é, em média, de 220 litros por tonelada. Como as cervejas brasileiras têm um teor de álcool de 5%, podemos concluir que seria necessário que houvesse pelo menos seis vezes a quantidade de cevada hoje disponível para a indústria nacional da cerveja. Portanto, a menos que um fenômeno semelhante àquele do "milagre da multiplicação dos pães" esteja ocorrendo, o álcool proveniente da cevada na cerveja brasileira representa cerca de 15% do total.
Há pouco mais de duas décadas foi publicado um relatório de uma tradicional instituição científica do Estado de São Paulo segundo o qual análises de cervejas brasileiras mostravam que um pouco menos que 50% do conteúdo da bebida era proveniente de milho (obviamente sem considerar a água contida).
Como o índice de conversão de grão em álcool para o milho é 80% maior que para a cevada, podemos considerar que a conclusão do relatório em questão atua como álibi, pois satisfaria normas vigentes. Isso também explica a preferência dos produtores de cerveja pelo milho, pois os preços da tonelada dos dois cereais são aproximadamente os mesmos, apesar de consideráveis oscilações.
Esses números permitem, todavia, concluir que o milho (e outros eventuais cereais que não a cevada) constitui, em peso, quase três quartos da matéria-prima da cerveja brasileira, revelando sua vocação para homogeneização e crescente vulgaridade.
Outro determinante da baixa qualidade da cerveja brasileira é a adição de aditivos químicos para a conservação. O mal não está só nessa condição, mas na sua necessidade. O lúpulo em cervejas de qualidade, sejam "lagers", sejam "ales", é o componente responsável pela conservação -além, obviamente, de suas qualidades de paladar.
Depreende-se daí que os concentrados de lúpulo usados na cerveja brasileira são de baixa qualidade. O que é inexplicável e de lamentar, entretanto, é que as autoridades brasileiras, tão zelosas para com alimentos corriqueiros, sejam tão omissas quando se trata da bebida nacional mais popular e de maior consumo e permitam que o cidadão brasileiro beba gato por lebre.

ROGÉRIO CEZAR DE CERQUEIRA LEITE , 78, físico, é professor emérito da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), presidente do Conselho de Administração da ABTLuS (Associação Brasileira de Tecnologia de Luz Síncrotron) e membro do Conselho Editorial da Folha



A CERVEJA E O ORGULHO DE QUEM FAZ O MELHOR

31/12/2009

A indústria brasileira de cerveja zela pela qualidade de seu produto. Ela sabe que seu consumidor é exigente e tem muito bom gosto

EM ARTIGO publicado no dia 18 ("A cerveja: bebendo gato por lebre"), o físico Rogério Cezar de Cerqueira Leite atacou duramente a indústria brasileira de cerveja, lançando mão de argumentos ora incorretos, ora infundados, mas sempre injustos. Argumentos que precisam ser refutados em nome de um setor que goza da confiança e da preferência de milhões de consumidores, que foram inaceitavelmente desinformardos. Para deixar claro que não aprecia o produto que é feito no Brasil e consumido e aprovado pelos brasileiros, o autor se vale de números errados e premissas levianas que não levam à conclusão por ele desejada, a de que a cerveja brasileira é ruim porque elaborada de maneira enganosa, na base da "malandragem", utilizando-se de produtos de baixa qualidade, ludibriando o consumidor e afastando-o do que o autor considera "bom gosto".


A indústria nacional de cerveja possui tradição de mais de cem anos e tem orgulho de produzir bebidas de altíssima qualidade, assumidamente mais leves, menos encorpadas, mais refrescantes, mais digestivas do que similares europeias e condizente com o clima brasileiro e com o que deseja o consumidor. Ao contrário do que dá a entender o artigo, as grandes cervejarias obedecem à legislação brasileira, que determina que a porcentagem de malte (cevada submetida a processo controlado de germinação) contido no extrato que dá origem à bebida não pode ser menor do que 55%. Os demais cereais que o mestre cervejeiro usa nas fórmulas, dentro da lei e das boas práticas da profissão e da produção, são não maltados, ao contrário do que diz o autor, e empregados para alcançar as características que se pretende: mais malte é igual a cerveja mais encorpada e mais pesada; menos malte (respeitando o mínimo de 55%) é igual a cerveja leve, refrescante, suave. A segunda e incompreensível incorreção do físico vem no bojo de conta que ele faz para tentar convencer que a cerveja fabricada no Brasil utiliza outros produtos que não a cevada para ludibriar o consumidor. Prova: o Brasil não produz nem importa cevada suficiente para dar conta da demanda de malte dos fabricantes. De fato, não mesmo. Tanto que a maior parte do malte utilizado pelas grandes indústrias, algo em torno de 65% ou mais, é importado. Mas isso não entrou na conta do autor. Da mesma forma, ele desconsidera que mais malte ou menos malte na cerveja é antes de tudo uma opção do mestre cervejeiro na formulação de seu produto. Em algumas marcas de grande penetração no nosso mercado, esse percentual chega a 100%. Trata-se de opção técnica, cujo único objetivo é justamente produzir um produto de acordo com a preferência do consumidor, nunca enganá-lo. Claro que há gosto para tudo, tanto que fabricantes nacionais mantêm em seu portfólio inúmeras marcas importadas, belgas, alemãs e outras. Mas essas marcas ocupam uma faixa inexpressiva do mercado, por um motivo muito simples: a imensa maioria prefere a cerveja brasileira. Ainda para tentar convencer o leitor de que a "má qualidade" origina-se na opção por produtos ruins, o autor comete mais um erro: afirma que o índice de conversão do grão de milho em álcool é maior que o da cevada. Trata-se exatamente do oposto: a cevada tem rendimento de 67% na composição do extrato originário da cerveja, enquanto o milho atinge apenas 56% de rendimento. Há ainda a contestar um argumento leviano e duplamente incorreto. O autor diz que a tal "má qualidade" seria, também, decorrência da utilização de conservantes químicos. As cervejarias brasileiras de primeira linha não usam conservante por dois motivos: primeiro, porque é ilegal, trata-se de prática vetada pela legislação; segundo, porque totalmente desnecessário, já que a conservação da cerveja de boa qualidade é garantida pelo seu próprio processo de fabricação. Por fim, o autor mira suas baterias contra o lúpulo utilizado no Brasil, também este de "baixa qualidade". Talvez ele não saiba que o produto é importado da Europa (onde é utilizado inclusive no fabrico das cervejas alemãs, por ele citadas) e dos EUA, que mantêm rígidos padrões de qualidade para o produto. Esse nível de desinformação se choca frontalmente com o patamar de excelência em que se encontra a indústria brasileira de cerveja. Trata-se de um setor que investe permanentemente em pesquisa e inovação, dispõe das mais modernas tecnologias e zela pela qualidade de seu produto porque tem plena consciência de que, diferentemente do que pensa o autor do artigo, seu consumidor é exigente e tem muito bom gosto.


SILVIO LUIZ REICHERT, químico, mestre cervejeiro pela Doemens Fachakademie, da Alemanha, é vice-presidente de Inovação e Desenvolvimento Tecnológico da Anheuser-Busch Inbev.-




CERVEJA: O ORGULHO DE QUEM FATURA MAIS

ROGÉRIO CEZAR DE CERQUEIRA LEITE

Por que as cervejas belgas, inglesas e alemãs que usam lúpulo de boa qualidade não precisam de antioxidantes e estabilizantes?


Em texto anônimo, assinado por um certo Silvio Luiz Reichert e intitulado "A cerveja e o orgulho de quem faz o melhor" (30/ 12), a multinacional de capital estrangeiro Anheuser-Busch Inbev, proprietária da AmBev, responde ao meu artigo "A cerveja: bebendo gato por lebre" (18/12/09).

Entretanto, não responde à principal acusação, a saber, o engodo de que foi vítima o governo e o povo brasileiro pela fusão Antártica-Brahma, quebrando princípios e a legislação contra a formação de cartéis com a desculpa de que, fundidas, poderiam enfrentar a competição com multinacionais -para ser o cartel, em seguida, absorvido por empresa estrangeira.

Também não foi explicada a prática perversa de coação a cervejarias nascentes para depois absorvê-las e aniquilá-las ou banalizar seus produtos. Pois bem, a mentira tem muitas faces, como se vê em seguida.

1) Maranhão, mentira bem urdida (padre Vieira, "Quinto Domingo da Quaresma"). Diz o echadiço que "a maior parte do malte utilizado pelas grandes indústrias, algo em torno de 65% ou mais, é importado. Mas isso não entrou na conta do autor". Ora, ou o trombeta não sabe ler, ou é intelectualmente apoucado, ou é mal-intencionado, ou os três, pois foi exatamente com a soma da cevada produzida no Brasil com a importada que foram feitas as minhas contas.

2) Patranha, mentira para tolos, crédulos. Afirmei e reafirmo aqui que a taxa de conversão da cevada em álcool é de 0,216 L/kg, e de milho em álcool é de 0,388 L/kg. E o sofista responde com as taxas de rendimento "na composição do extrato originário", o que nada tem a ver com conversão em álcool. Os dados, em todo caso, podem ser encontrados por exemplo no estudo "Culturas energéticas e o etanol", de Tiago Mateus. O leitor interessado também pode encontrar os dados de importação e exportação em www.cnpt.embrapa.br ou www.quercus.pt e com isso repetir os meus cálculos. Cuidado, deputado federal Paulo Maluf (PP-SP), pois está sendo ultrapassado desavergonhadamente em seu recorde mundial.

3) Inverdade, eufemismo (Machado de Assis, "A Semana"). Diz o buzina que "as cervejarias brasileiras de primeira linha não usam conservante (...) porque é ilegal". Será que a legislação brasileira é diferente para cervejas de segunda linha? E quais são as cervejas de segunda linha que, de acordo com a legislação brasileira, podem legalmente intoxicar os brasileiros com conservantes?

4) Embuste, quando é calculada para enganar. Diz o passavante que conservantes não são usados por serem desnecessários. Então para que servem o antioxidante INS 315 e o estabilizante INS 405, como se lê em letras miúdas de quase todos os rótulos de cervejas da AmBev e das demais cervejarias nacionais? Será que a mudança de nomenclatura de "conservante" por seu sinônimo, "estabilizante", satisfaz o legislador brasileiro? Será que o sarabatana estaria chamando o brasileiro de analfabeto, incapaz de ler o rótulo, ou de idiota, pois incapaz de entender o que lê?

5) Patarata é mentira com basófia, ostentação. Diz o estafeta que o lúpulo que é usado no Brasil vem da Alemanha e dos EUA e, portanto, é tão bom quanto o usado naqueles países.

Mais uma vez ofende a inteligência do leitor da Folha e do brasileiro em geral. Importamos vinhos de excelente e de péssima qualidade da França, da Itália etc. Os de baixa qualidade são mais baratos. Importamos bons e péssimos filmes dos EUA.

A diversidade da qualidade do lúpulo alemão é, reconhecidamente, enorme. As cervejas americanas são quase tão "leves, refrescantes e digestivas" e homogeneamente banais quanto as brasileiras. Que o leitor experimente uma dessas vulgares cervejas americanas. (Aliás, se alguém precisa de digestivo, é melhor tomar sal de fruta Eno do que cerveja da AmBev. E o gosto não é muito diferente). Então por que as boas cervejas belgas, inglesas e alemãs que usam lúpulo de boa qualidade não precisam de antioxidantes e estabilizantes?

6) Intrujice, quando se abusa da credulidade de fraternos. E, agora, o maior dos sofismas, o abuso repugnante de um sentimento de brasilidade dentro da mesma técnica que a AmBev elabora suas indecorosas propagandas televisivas, que induzem o cidadão desavisado a consumir suas cervejas pela associação com objetos de desejos primitivos: carros de luxo, mulheres seminuas, fartos banquetes, ou seja, a peta da promessa de sucesso.

Os pífios argumentos do recadista apenas comprovam o baixo nível ético da empresa que o emprega.

Fonte: Folha de S. Paulo, página 3, dia 14/1/2010.


NOTA DO BLOG: estou rindo até agora, depois eu comento! :)

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Cerveja e esporte... só rindo

'Corrida da Cerveja' terá mais de 300 participantes neste domingo em Brasília
Cada participante terá que beber em média 3,6 litros durante trajeto.
Vencedores receberão barril de 50 litros de chope.

Fonte: G1

E se beber cerveja fosse um esporte? Pois é mais ou menos essa a proposta da "Corrida da Cerveja", que será realizada em Brasília neste domingo (13) e já tem mais de 300 inscrições confirmadas. Mas os beberrões participantes terão que ir além do simples virar de copos. Enquanto entornam os em média 3,6 litros de bebida por pessoa, eles também terão que percorrer um trajeto de 3 km no centro da cidade.

A iniciativa de promover a corrida em Brasília partiu de dois estudantes universitários. Felipe Costa e Daniel Ribas são recém-formados em Relações Internacionais e contam que a ideia surgiu há duas semanas, por mero acaso. "A corrida já foi feita em outras cidades do Brasil com um formato diferente. Li sobre uma delas em um blog e sugeri para uns amigos que fizéssemos algo parecido, mas só o Daniel botou fé", conta Felipe.

No mesmo dia, Daniel criou um blog com as regras e e-mail para inscrições. Segundo eles, em 24 horas a página teve mais de 5 mil visualizações. "Mandamos um e-mail de divulgação sobre o blog só para uns 20 amigos, mas a repercussão foi enorme", afirma Daniel. O evento já conta até com patrocínio de uma choperia da cidade, que será responsável por parte da premiação.

Graças ao re-envio de e-mails e ao Twitter, o que começou como uma ideia para rir com amigos se transformou em um evento para centenas de pessoas. Daniel e Felipe afirmam que a equipe já conta com 15 fiscais que ficarão espalhados ao longo do percurso verificando irregularidades. Postos de inscrição foram montados ao longo desta semana em um bar da cidade. As inscrições pelo e-mail se encerram ao meio-dia desta sexta-feira (11), mas um último posto de inscrição será feito durante a noite.

Os dois organizadores garantem que não vão perder a chance de participar do evento, mas em uma categoria à parte. "A gente vai competir só pra brincar, em uma equipe com um barril de 20 litros de chope", antecipa Felipe.

Inspiração

Daniel e Felipe surgiram com a ideia de promover a corrida em Brasília após ler um post no blog de Daniel Bender, de 31 anos, jornalista e empresário. Ele narrou "lance a lance" uma corrida parecida realizada em 2007, em Taquari (RS). A ocasião era o aniversário do irmão de Daniel, Marco Bender. Ele conta que Marco trouxe a prática direto da Europa. "Meu irmão morou um tempo na Alemanha, em Munique, e lá é costume fazer esse tipo de coisa, mas sem o objetivo de competir. A ideia é pegar engradados e ir caminhando com os amigos pela cidade", disse Daniel ao G1.

Em uma segunda edição, Daniel Bender afirma que presenciou um recorde difícil de ser batido. "Alguns amigos conseguiram terminar um engradado entre quatro pessoas em 40 minutos, caminhando. Deveria ter uma entrada no Guinness para isso", brinca. Essa marca pode ser um desafio aos participantes da corrida deste domingo em Brasília. Os organizadores calculam que o tempo médio para terminar o trajeto será de uma hora e meia.

As regras incluem:

Equipes - Podem se inscrever equipes de duas ou quatro pessoas. A quantidade de cerveja para equipes de quatro pessoas é de 24 garrafas de 600 ml ou 44 latinhas de 350 ml ou 32 latões de 473 ml. Para duplas, se aplica a exata metade dessas quantidades

Trajeto - O percurso a ser cruzado é de 3 km. Os competidores deverão sair com os recipientes de cerveja cheios e chegar com os mesmos vazios – caso contrário serão desclassificados;

Recipiente - As equipes podem levar qualquer tipo de recipiente, contanto que ele não tenha rodas ou coisa do tipo

Ritmo - Os membros das equipes podem parar a qualquer momento para descansar, sentar debaixo de uma árvore, no meio fio ou antender à ligação de sua mãe preocupada por você ter acordado antes do meio-dia

Desclassificação - os competidores não podem desperdiçar cerveja nem regurgitar durante a corrida e devem guardar o lixo produzido em sacos plásticos que serão distribuídos. O contrário resultará em desclassificação

Premiação - os primeiros lugares nas categorias masculina, feminina e de equipe original receberão como prêmio um galão de 50 litros de chope, além de locação gratuita de kits para jogar paintball.

COMENTÁRIO DO BLOG: Acho que vou começar a correr.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Kit Multimídia

Lembram quando internet ainda era discada e as revistas vinham com CD's da uol com 32 hs grátis? Pois é, nessa época os computadores vinham com o famigerado "Kit Multimídia". Pra mim, multimídia era tudo o que se podia ter de mais avançado, tecnologicamente falando.
Um tempo depois, virou até gíria entre os amigos...
- olha aquele CD player com mp3!
- nooooooossa, que multimídia!

Enfim, estou falando disso, pois a Othomania agora tem seu próprio Kit Multimídia. O que vem a ser isso?
Resposta: nos sigam aqui e aqui.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009


O blog está comemorando hoje 2 anos. São 24 meses de poucas atualizações, mas sempre com o cuidado de informar, esclarecer e, principalmente, respeitar os leitores.
Para comemorar, hoje estarei na Othomania bebericando com os amigos.
Obrigada a todos que me acompanharam nestes 2 anos! Me sigam no twitter

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

IV Concurso Nacional de Cervejas Artesanais

Cervejeiros, apreciadores, entusiastas, curiosos... e meus caros leitores, é claro!

Vem aí o Festival de Premiação do IV Concurso Nacional de Cervejas Caseiras, este ano, mais uma vez a ser realizado na cidade maravilhosa.
A versão 2009 do já tradicional concurso vem com algumas modificações, como a realização da degustação e júri no sábado, dia 10/10 e no domingo 11/10, a confraternização e premiação - esta sim, aberta ao público - regado à feijoada, pestisquinhos de boteco, samba de raiz e cerveja, muita cerveja!
A competição este ano será entre os estilos Traditional Bock (BJCP 5B), American Brown Ale (BJCP 10C), Witbier (BJCP 16A) e Estilo Livre.
Ok, sei que muitos já estão com água na boca e se perguntando: como faço pra participar? Clama, clama, afobados... todas as informações de que precisam estão no folder logo abaixo deste post ou na página da Acerva Carioca.







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