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sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Mais uma (ótima) casa cervejeira

No último dia 26 foi inaugurada em São Paulo, na Vila Madalena, mais uma casa onde se encontra boas cervejas para degustar. Trata-se da Melograno, e um dos sócios é o cervejólogo e gastrônomo Edu Passareli.
A casa tem como tema a apresentação de pratos todos preparados em forno a lenha - e por isso ganha o nome de forneria - e, mais que isso, boas cervejas nacionais e importadas para harmonizar com as iguarias
O ambiente é muito aconchegante, com arquitetura muito bem trabalhada. No fundo encontra-se um pé de Romã, justamente de onde vem o nome da casa.
A forneria Melograno fica na Rua Aspicuelta, 436 - Vila Madalena - São Paulo/SP



Edu Passareli


Fábio Patrocínio, da Mec Bier


Sady Homrich, baterista do Nenhum de Nós e cervejólogo

Priscila (A Turma) e Vera (minha mãe)

Afonso Landini (A Turma)

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Lula sanciona lei que muda tributação sobre bebidas

Agência Estado


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta sexta-feira (21) a Lei 11.827, que altera a fórmula de cálculo para a cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), PIS e Cofins incidentes sobre a venda de água mineral, refrigerantes e cervejas. A mudança provocará um aumento da tributação para o setor de bebidas a partir de 1º de janeiro de 2009. Os produtos mais caros serão os mais atingidos.
Atualmente é aplicada uma alíquota única de cada tributo por litro do produto, sem considerar o preço final ao consumidor e a embalagem do produto, o que penaliza os pequenos fabricantes. O refrigerante produzido por uma grande empresa, embora tenha um preço de mercado mais caro do que, por exemplo, as chamadas tubaínas, pagam o mesmo valor de tributo por litro. Dessa forma, proporcionalmente, a carga tributária é maior para as empresas menores.
Com a nova legislação, que chegou ao Congresso por meio da Medida Provisória 436, a tributação incidirá sobre o preço do produto. A alíquota vai variar dependendo do tipo de embalagem (lata, garrafa retornável ou PET) e do preço praticado no varejo, segundo explicou o coordenador de Política Tributária da Receita Federal, Jefferson Rodrigues. Cada tipo de bebida será separado em grupos com base no preço cobrado na gôndola. Pela lei, estarão no mesmo grupo aquelas marcas que apresentarem uma variação de preço de no máximo 5%. Dessa forma, serão criadas faixas de tributação divididas por valores do produto.
Rodrigues informou que a regulamentação da lei fixará o valor dos impostos, com base, nesse primeiro momento, nos levantamentos de preços feitos pelos Estados. Numa segunda fase, a Receita deve contratar um instituto de pesquisa para fazer o levantamento do preço cobrado ao consumidor. Rodrigues explicou que, por se tratar de um setor com um histórico de evasão fiscal, a Receita estabelecerá um preço mínimo por produto, marca e tipo de embalagem. Se a indústria vier a praticar um preço menor no varejo, a tributação incidirá sobre o preço mínimo fixado.

Medidores

A lei também prevê a concessão de créditos tributários para as empresas como ressarcimento dos custos de instalação e manutenção dos medidores de vazão e de produção nas fábricas. Os gastos com estes equipamentos poderão ser abatidos do PIS e da Cofins devidos à Receita Federal. Os medidores de vazão contam a quantidade de litros fabricados durante linha de produção. A medida beneficiará principalmente os pequenos produtores de refrigerantes (até 30 milhões de litros por ano), que têm até junho de 2009 para instalarem os equipamentos. Para as grandes empresas, o prazo já venceu. Os medidores de produção, que identificam o tipo de produto, de embalagem e a marca, devem ser fornecidos pela Casa da Moeda.
Rodrigues não soube informar a renúncia fiscal da medida, mas argumentou que será um gasto que terá retorno rapidamente por meio do aumento na arrecadação. Ele acredita que a medida ajudará no combate à evasão fiscal no setor. Ele argumenta também que, por se tratar de uma exigência do governo, é natural que não se imponha este gasto às empresas.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Minas Bier Fest


Foi realizado nos dias 31/10, 01 e 02/11 o Minas Bier Fest - Festival de cervejas artesanais. Estiveram presentes as cervejarias Artesamalt, Backer, Brusk, Falke Bier, Áustria/Krug Bier, Trovense, Wäls, além da Acerva Mineira - Associação dos Cervejeiros Artesanais de Minas Gerais.

O evento foi um sucesso, e só vem carimbar Belo Horizonte como uma cidade referência no setor de cervejas especiais. Blumenau que se cuide, pois como todo bom mineirinho, BH vem comendo quieto e pode ser a mais nova capital nacional da cerveja.
Estande da Acerva Mineira
Lançamento da Backer
Pessoal da Wals
Edu Passareli
Produtos da Cervejaria Wals
Backer

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

NOTÍCIAS CERVEJEIRAS

Brasileiro consome 5,94% mais cerveja até setembro
Lílian Cunha, de São Paulo
23/10/2008
Fonte: Valor Econômico


O brasileiro está mudando sua maneira de beber cerveja. Conforme pesquisas do setor, as vendas em volume estão crescendo, ou seja, as pessoas estão bebendo mais. Entretanto, os estudos também mostram que, diferentemente de anos anteriores, tem aumentado o número de consumidores que preferem comprar a bebida no supermercado para tomar em casa. Já o consumo do produto em bares e restaurantes está caindo.
De janeiro a setembro, os brasileiros consumiram 5,454 milhões de litros de cerveja, segundo a Nielsen. Um acréscimo de 5,94% sobre os 5,145 milhões de litros vendidos em igual período do ano passado. "Esse é um bom contra-argumento para os que acharam que a Lei Seca iria frear o consumo", comenta Adalberto Viviani, da consultoria Concept, especializada no mercado de bebidas.
Outro levantamento feito pela Nielsen, no mesmo período, mostra o crescimento da compra de bebidas em supermercados. "Entre os nove grupos de produtos que pesquisamos, o volume de vendas nos supermercados caiu em sete. Só bebidas alcoólicas e não-alcoólicas tiveram aumento", diz Filipe Aboláfio, coordenador de pesquisas especiais. As cervejas impulsionaram a alta no grupo de alcoólicas, com 5,2%. Vinhos de mesa (2,9%) e refrigerantes alcoólicos (11,8%) também tiveram vendas maiores. As aguardentes saltaram 4,7%. "No meu caso, aqui na companhia, sentimos esse mesmo percentual nos supermercados. Nos bares, não houve alteração. Mas sei de outras marcas que caíram bastante", diz César Rosa, presidente da IRB Tatuzinho 3 Fazendas, dona da cachaça Velho Barreiro.
No caso da cerveja, o cenário nos bares e restaurantes mudou mais drasticamente. Segundo um levantamento feito pela indústria com distribuidores de todo país, o consumo nos bares caiu 35%. Já nos estabelecimentos com auto-serviço (supermercados, por exemplo) saltou 20%, segundo Martinho Paiva Moreira, vice-presidente de comunicação da Associação Paulista de Supermercados (Apas). "Observamos essa alta em qualquer tipo de loja, grandes e pequenas, de bairro ou mais bem localizadas", afirma ele.
"Fica claro o impacto da lei que proíbe o consumo de álcool antes de dirigir", diz Jovino Campos Reis, diretor da rede de supermercados Bahamas, de Juiz de Fora (MG). "Subiu também, na mesma proporção, a venda das cervejas sem álcool", diz ele. "E olhe que em Juiz de Fora nem tem bafômetro para fiscalização", afirma ele.
Outro dado que deixa clara a influência da lei foi a queda do consumo do chope, que chegou a 50% depois da aprovação da nova regra, em relação aos mesmos meses de 2007. Isso porque 98% do consumo só é possível em bares. Para indústria, mesmo que possa ser compensada pelo aumento de venda de cervejas, a queda no consumo de chope pode se refletir no faturamento. Isso porque, enquanto uma garrafa de cerveja, com 600 ml custa em média R$ 3, o copo de chope (dependendo do colarinho) tem metade do volume e custa quase o dobro do preço.
Por isso marcas como a Femsa comemoram os resultados de seu mais novo produto: a cerveja sem álcool. O volume de vendas cresceu 44% de julho a setembro, comparado ao mesmo período do ano anterior. Na AmBev, a já veterana Liber, que nunca teve representatividade frente às outras marcas da empresa, conquistou em agosto 78,5% mais vendas versus mesmo período do ano anterior.
Na mesma esteira, ganham mercado também as marcas chamadas de "low price", com preço pelo menos 10% menor que a média. Isso vale tanto para cervejas como para bebidas alcoólicas em geral. Segundo a Nielsen, nos supermercados, do volume comercializado nos nove primeiros meses do ano, 73% ficou com os produtos mais baratos da categoria. É por isso que a cerveja Itaipava, da Petrópolis - uma baratas - é a preferida dos consumidores dos supermercados da Grande São Paulo, conforme o levantamento da revista "Super Varejo". Também é devido ao preço que o consumidor tem comprado mais cerveja. Se nos bares, uma lata custa R$ 2,50, no mercado da esquina sai por só R$ 1. Com R$ 10, em vez de quatro latas, o consumidor bebe dez. Mas em casa.

E é justamente nessas horas que vale a criatividade brasileira!!!

terça-feira, 14 de outubro de 2008

III Concurso Nacional de Cervejas Artesanais - Notas

Acaba de sair o resultado do 9 melhores colocados de cada estilo do concurso de BH. A cervejeira que vos escreve conseguiu abocanhar um 7º lugar na categoria IPA com a minha Indiana Jorge. Nada mal, são 256 pontos!!! Parabéns a todos.

Estilo Weizen

1º - Marco Malaga - 376
2º - Erick Vieira - 331
3º - Ricardo Rosa - 327
4º - Cristiam Nazareno - 316
5º - Roberto Aquino - 316
6º - Vittorio Peri - 305
7º - Raphael Tonera - 294
8º - Eryckson Magno - 272
9º - John Weinkopf - 240

Estilo Englizh IPA

1º -Edigyl Pupo - 381
2º - Cristiam Nazareno - 332
3º - Rodrigo Parisi - 292
4º - Mauro Nogueira - 290
5º - Sulivan de Souza -288
6º - Cassiano Fregapani - 268
7º - Stela Patrocínio - 256
8º - Rubens Deeke - 238
9º - Tiago Costa - 156

Estilo Belga

1º - Raphael Tonera - 342
2º - Humberto Ribeiro - 336
3º - Leonardo Botto - 330
4º - Claudio Boteja - 325
5º - Paulo Patrus - 322
6º - Carlo Marcelo - 320
7º - Marcelo Gil - 319
8º - Diego Aun - 318
9º - Rômulo Gresta - 311